Iluminar adequadamente um espaço para torná-lo funcional e acolhedor requer o atendimento de vários fatores que devem ser analisados ​​cuidadosamente.

Para além da quantidade de luz necessária em cada ambiente, de acordo com a sua utilização, a temperatura da cor da luz — quente ou fria — e o tipo de iluminação mais adequado e eficiente, é importante saber as diferenças entre luz direta e indireta.

Assim, para que você saiba como decorar cada cômodo e entenda as diferenças entre as variações de incidência da luz, preparamos este artigo. Boa leitura!

Luz direta

Como o nome sugere, luz direta é aquela que incide diretamente sobre os objetos a serem iluminados. A intensidade ou o efeito desejado depende da fonte de luz ou da lâmpada. A incidência da luz varia conforme o consumo de energia da lâmpada. Além disso, o design e a forma da luminária também influenciam.

Normalmente, a luz direta é usada nos casos em que é preciso iluminar uma área específica  como uma mesa de jantar ou uma área de estudo e assim por diante. A luz direta é um bom recurso para áreas de trabalho, pois a iluminação é mais forte e mantém as pessoas atentas.

O fluxo de luz se dirige quase que completa e diretamente sobre o ponto que se deseja iluminar. Com esse sistema, é possível aproveitar entre 90 e 100% da luz.

Por outro lado, as sombras que ela produz são bem demarcadas e intensas. Assim, os contrastes entre luz e sombra devem ser calculados e harmonizados para não provocar mudanças bruscas no ambiente.

É o tipo de luz mais utilizado no cotidiano em diferentes ambientes como residências, comércios, fábricas e instituições públicas. A alocação dessa luz pode ser feita em pendentes, luminárias e abajures.

Luz indireta

A luz indireta, por sua vez, nos ajuda a obter pouca iluminação e a diluir a percepção do observador  sendo assim, o oposto da luz direta.

Com a iluminação indireta, a fonte de luz fica oculta, de modo que a luz espalha-se por todo o ambiente para refletir no teto, no chão ou na parede. Dessa forma, o brilho e as sombras são praticamente removidos. Para utilizar esse tipo de luz de forma adequada e equilibrada, é vital um planejamento desde a construção do ambiente.

Conseguimos, com as luzes indiretas, provocar uma sensação de homogeneidade, ao não localizar exatamente a fonte de luz. A luz indiretamente distribuída pode substituir a luz natural, em certa medida. Um design criativo consegue criar espaços iluminados refletindo espelhos ou até mesmo com redes de fibra óptica.

A luz indireta pode ser utilizada em espaços de tráfego intenso de pessoas, como corredores, mas também pode ser usada em lugares que não requerem muita luz. Ela pode ser obtida por meio do uso de spotsplafons e arandelas.

Por fim, ao planejar a iluminação de um ambiente é preciso tomar cuidado para não gerar zonas de sombras ou contrastes muito marcantes no recinto. Dessa forma, alguns ambientes como áreas de tráfego humano, principalmente escadas e corredores, necessitam de iluminação uniforme para evitar acidentes.

Na dúvida, lembre-se: a luz intensa (luz direta) provoca energia e vitalidade, ao passo que a luz suave ou difusa (luz indireta) provoca relaxamento e induz o sono.

E então? Você gostou de conhecer as diferenças entre luz direta e indireta? Deixe sua opinião ou compartilhe sua experiência nos comentários abaixo!