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Já é lei: no Brasil, as lâmpadas incandescentes não podem mais ser vendidas ou utilizadas em projetos de iluminação. Mas por que essas velhas companheiras que sempre estiveram dentro de nossos lares não podem mais ser comercializadas no país? Que alternativas estão à disposição do consumidor?

Neste artigo, você conhece um pouco melhor a história das lâmpadas incandescentes, entende como elas funcionam e porque foram proibidas em território brasileiro, além de conhecer várias alternativas para a sua residência. Pronto para aprender? Então, continue a leitura!

O que são lâmpadas incandescentes?

As lâmpadas incandescentes foram o primeiro tipo de lâmpada a ser inventado por Thomas Edison em 1802. Os itens começaram a ser comercializados alguns anos depois, em 1879, para que o público comum pudesse equipar suas residências. Por quase dois séculos, essas lâmpadas foram as mais vendidas e utilizadas ao redor do mundo, devido ao fato de serem bastante portáteis e baratas. Mas, o que aconteceu nesse meio tempo que fez com que elas entrassem em desuso?

Para entender isso, primeiramente precisamos investigar como funcionam as lâmpadas incandescentes. O nome é um indicativo: essas lâmpadas se valem de materiais que, ao atingirem certa temperatura (ou incandescerem), emitem luz o suficiente para iluminar os ambientes ao seu redor. No caso das lâmpadas domésticas investidas por Thomas Edison, o material utilizado é o tungstênio e o aquecimento é feito por um processo que conhecemos das aulas de física, o chamado Efeito Joule.

O Efeito Joule aquece um objeto a partir da passagem de corrente elétrica e é utilizado em muitos outros eletrodomésticos comuns nas residências, como chuveiros e ferros de passar. Há, porém, um problema inerente às lâmpadas incandescentes e que não acontece com esses outros eletros. Com o passar do tempo, ela acumula calor e gera alto risco de acidentes.

Como a temperatura do filamento de tungstênio utilizado nas lâmpadas pode chegar a 3.000ºC, o contato delas com oxigênio é fatal. Por isso, como medida de segurança foi implementada a utilização de um gás inerte dentro das lâmpadas. Ele, além de ajudar a reduzir o desgaste do filamento, serve para proteger esse item e evitar incêndios.

Por que não usar lâmpadas incandescentes?

Se as lâmpadas incandescentes oferecem esse dispositivo de segurança para impedir incêndios acidentais, por que elas entraram em desuso e foram eventualmente proibidas?

Com o passar dos anos, a tecnologia se desenvolveu e novas formas de iluminar um ambiente, mais eficientes energeticamente e menos onerosas, foram sendo criadas. As lâmpadas incandescentes, portanto, se tornaram muito caras para o consumidor.

Se, por um lado, ele gasta pouco na compra de cada lâmpada (que custa uma fatia do preço de uma fluorescente ou LED), por outro ele precisa trocar esse equipamento com muita frequência. Afinal, mesmo com o gás contido dentro da lâmpada, a vida útil de uma incandescente é muito menor do que a das lâmpadas fluorescentes ou de LED.

A proibição das lâmpadas incandescentes, disponíveis para o público desde o século XIX, entrou em vigor em Julho de 2014 e foi consolidada por completo no ano de 2016, com o fim das importações, fabricações e vendas desse tipo de lâmpada.

Para você ter uma ideia da diferença, basta olhar para os números: enquanto uma lâmpada incandescente dura, em média, 4 meses, as fluorescentes podem chegar a ter vida útil de 2 anos, e as LED até 17 anos. O investimento maior feito nesses equipamentos é vantagem para o consumidor porque, no longo prazo, ele gasta menos com a conta de energia e precisa substituir o equipamento com menor frequência.

A lei que regulamenta a proibição é a portaria Nº 1.007, de 31 de dezembro de 2010, um trabalho realizado pelo Ministério de Minas e Energia, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Quais as alternativas?

Agora que você já sabe qual é o problema com essas lâmpadas e por que não utilizá-las no seu projeto de iluminação, fica a pergunta: que item deve ser usado para substituí-las? Nos tópicos a seguir mostramos algumas opções disponíveis para quem quer atualizar a iluminação de casa e se livrar das lâmpadas incandescentes que possui.

Lâmpada fluorescente

As lâmpadas fluorescentes são uma das principais alternativas no mercado para substituir as incandescentes. Criadas por Nikola Tesla, elas vêm sendo vendidas desde 1938 e contam com uma característica que faz com que sejam muito mais eficientes do que as lâmpadas tradicionais: emitem mais luz do que calor.

Como você viu anteriormente, o problema das lâmpadas incandescentes é que elas são ineficientes, emitindo apenas 10% de luz em relação ao calor que produzem. As fluorescentes, que contam com dois pares de eletrodos e um material a base de fósforo em sua cobertura, são excitadas por radiação ultravioleta e não por calor, produzindo uma luz visível com excelente aproveitamento e durabilidade.

Entretanto, não há só vantagens no uso das lâmpadas fluorescentes. Elas precisam de cuidados especiais na hora do descarte, pois são feitas com mercúrio e fósforo, dois elementos químicos contaminantes. Quando descartadas da maneira errada, acabam prejudicando o meio ambiente.

Lâmpada de LED

A outra alternativa às lâmpadas incandescentes é a lâmpada de LED, que ganha também em eficiência, consumo e durabilidade quando comparada com as fluorescentes. Um LED é um diodo emissor de luz, ou seja, um componente eletrônico que emite luz visível ao transformar a energia elétrica em energia luminosa. O processo, conhecido como eletroluminescência, foi inventado em 1963 por Nick Holokyak, e é usado desde então em lâmpadas de excelente custo-benefício.

A princípio ele era capaz apenas de emitir luz na cor vermelha, mas o aperfeiçoamento da técnica faz com que hoje possamos produzir LEDs nas mais diversas cores, inclusive o branco. Entre os benefícios dessa lâmpada temos o baixo consumo, o alto rendimento e a vida útil longa, além da utilização de materiais que prejudicam menos o meio ambiente, como o silício.

As lâmpadas de LED em pouco tempo ganharam o mercado e atualmente são a opção mais atraente para quem busca renovar a iluminação de casa. Em comparação direta com as demais lâmpadas disponíveis, elas conseguem vencer facilmente 100 mil horas de uso e ainda têm o benefício adicional de poderem ser dimerizadas, criando ambientes com níveis de luz diferentes e mais aconchegantes dentro das residências.

Iluminim: quem somos?

A Iluminim conta com 10 anos de mercado e tem como objetivo oferecer aos clientes as melhores soluções em iluminação, com produtos de alto valor agregado e custo acessível. Vendemos para todo o Brasil e oferecemos a melhor garantia do mercado para que você possa fazer o seu projeto de iluminação sem dores de cabeça e com ajuda dos nossos consultores.

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