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Quando o assunto é Apple ou Samsung, a gente logo pensa: lá vem novidade! Ficamos ansiosos sempre que as tecnologias avançam e melhoram nossas experiências, como é o caso das telas de TV e do iPhone. A grande tecnologia da vez é o micro LED. Aliás, você sabe o que é micro LED?

Ficou curioso? Quer saber mais sobre essa tecnologia que está em evidência e promete ser a tela do futuro? Continue a leitura!

O que é micro LED?

As telas que contam com essa tecnologia superior fazem a combinação entre os milhões de conjuntos de três LEDs para formar um painel maior. Nesse painel são reproduzidas imagens de altíssima qualidade.

Superior às demais tecnologias de LED, a micro faz com que o painel dispense camadas extras de cristal líquido, polarizadores ou encapsulamento. Desse modo, diante do conjunto de LEDs existe apenas uma película ou vidro de proteção.

O micro LED não é apenas uma tela com nome comercial. É muito mais do que isso! Ele representa uma evolução do OLED, combinando o melhor das telas OLED e LCD.

Como surgiu o micro LED?

Perdurou bastante o tempo em que o OLED e sua variação AMOLED foram as telas mais modernas do mercado. É fácil de encontrá-las nas TVs mais caras e nos melhores celulares, como o iPhone X e o Galaxy S9. No entanto, a tecnologia de micro LED chegou para conquistar o posto que até então era do OLED.

Foi durante a CES 2018, maior feira de eletrônicos do mundo, que a tecnologia começou a se difundir de maneira efetiva. Com a introdução da The Wall, uma TV gigante modular da Samsung, com incríveis 146 polegadas, o mundo soube o que é micro LED e todo o seu poder em reproduzir a melhor imagem.

Como citamos na introdução do texto, a Apple também já está de olhos atentos a essa tecnologia. Rumores do mercado de tecnologia dão conta de que, para o futuro, o padrão de telas dos iPhones deverá adotar o micro LED. Então, se rolar essa mudança na Apple, prepare-se que a “validação” dessa tecnologia ganha outro peso imenso.

Quais são os benefícios do micro LED?

Se compararmos o que é micro LED com o OLED, saberemos que o primeiro usa uma camada inorgânica e LEDs menores e seus displays podem ser mais brilhantes. Outros importantes diferenciais são a vida útil maior e a suscetibilidade bastante inferior a burn-in (tela-fantasma) ou perda de luminosidade com o passar do tempo.

Com painéis menores, a qualidade das telas micro LED em relação à qualidade da imagem são consideráveis. Além disso, o tempo de resposta também é menor.

Em se tratando de tamanhos de telas, por aqui elas podem ser maiores e contar com formatos diferentes. Como os LEDs são bem menores, torna-se mais fácil de introduzi-los em displays flexíveis ou transparentes.

Curiosidade: a tecnologia micro LED lembra aquela utilizada nos telões em estádios de futebol. Porém, diferente dos telões, tem nitidez na imagem mesmo quando estamos perto da tela.

O que o futuro do micro LED nos reserva?

Por mais que estejamos ansiosos para ter a tecnologia na palma das mãos ou em nossas salas de TV, o micro LED pode demorar um pouquinho para chegar. Especialistas afirmam que o processo de fabricação ainda é complicado e deve ser minucioso. São milhões de LEDs que precisam ser meticulosamente unidos e soldados no painel.

O alto custo de produção é outra barreira. A Samsung, criadora da TV The Wall, mostrou que é possível desenvolver um excelente produto. No entanto, apesar de ainda não divulgar um preço oficial, espera-se que ele seja bem alto.

Para o futuro, projeta-se que os displays micro LED apareçam nos smartwatches ou nas telas menores. Em seguida, a tecnologia deve chegar aos smartphones em um processo que pode demorar de três a cinco anos para a Apple.

A tecnologia micro LED é uma das mais promissoras. Há muita expectativa para que o mercado e os consumidores conheçam de perto o que é micro LED, a próxima evolução para os displays.

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