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Baixo consumo de energia, longa duração e menor impacto ambiental são alguns dos benefícios oferecidos pelas lâmpadas LED. No entanto, para garantir essas vantagens e evitar o consumo de produtos falsificados, que coloquem em risco a sua segurança, é preciso ter alguns cuidados na hora da compra.

Um deles é verificar se o produto está de acordo com as normas de certificação de lâmpadas LED. Neste conteúdo, vamos mostrar a você como essa verificação deve ser feita. Acompanhe!

O que é a certificação de lâmpadas LED? 

Obrigatória no Brasil desde 2016, por meio da portaria Inmetro nº 144/2015, a certificação de lâmpadas LED é uma garantia para o consumidor de que o produto adquirido atende aos requisitos mínimos de desempenho. Ela atesta a segurança elétrica e a compatibilidade eletromagnética, por exemplo.

A regulamentação também é fundamental para a padronização das lâmpadas disponibilizadas no mercado. Além disso, assegura que o equipamento adquirido não gere risco de superaquecimento e nem cause interferência na rede elétrica.

De acordo com o Inmetro, a certificação se aplica às lâmpadas LED com dispositivo integrado à base ou corpo, formando uma única peça, não destacável. Elas são usadas para operação em rede de distribuição de corrente alternada de 60 Hz, para tensões nominais de 127 V ou 220 V, ou em corrente contínua (DC ou CC) em qualquer faixa de tensão.

A portaria também estabelece que não precisam de certificação:

  • OLED (Organic Light Emitting Diode);
  • lâmpadas com LED coloridos, com lentes coloridas, que produzam luz colorida;
  • lâmpadas de LED com dispositivo de controle integrado que emitam luz colorida;
  • RGB, que possuam invólucro coloridos e decorativas, e irradiem luz colorida.

Como funciona a certificação?

Existem dois modelos de certificação, sendo a escolha do processo de avaliação definida pelo fornecedor ou fabricante do produto. Enquanto o modelo 7 exige apenas ensaios de lote, o modelo 5 envolve um processo mais complexo, que é dividido em 4 etapas:

  1. entrega de documentação técnica informando as especificações do produto para o Inmetro;
  2. ensaios aplicáveis de segurança, de eficiência energética e de compatibilidade eletromagnética;
  3. auditorias na fábrica e testes em amostras disponíveis no mercado;
  4. manutenção a cada ano.

O processo de certificação dura em média 6 meses, sendo o certificado de conformidade válido por 3 anos, desde que sejam feitas manutenções periódicas a cada 12 meses. Além disso, as lâmpadas aprovadas recebem a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE).

O que analisar ao comprar uma lâmpada LED? 

Para ter certeza de que está adquirindo um produto de qualidade e certificado, é importante observar os seguintes aspectos na embalagem da lâmpada:

  • certificação: o selo do Inmetro comprova que o produto foi testado e é seguro;
  • voltagem: existem no mercado lâmpadas LED de 127 volts, 220 volts e as bivolts, que atendem a todas as regiões. Por isso, verifique qual é compatível com a sua rede elétrica;
  • lúmen: representa a quantidade de luz emitida pela lâmpada LED. Quanto maior o número de lúmens, maior a emissão de luz, o que deixa o ambiente mais claro;
  • potência: indica o consumo de energia do produto quando ligado, sendo expressa em watts;
  • durabilidade: consulte o tempo determinado pelo fabricante. Cabe destacar que uma lâmpada de qualidade pode ultrapassar 50 mil horas de funcionamento. 

Como vimos no texto, a certificação de lâmpadas LED é fundamental, não só para regulamentar os fabricantes, como também para garantir uma melhor eficiência do produto e a segurança do consumidor.

Agora que você já sabe qual a importância de optar por produtos certificados, continue a leitura do blog e aprenda a escolher a lâmpada LED ideal para cada ambiente.

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